Tecnologia de ponta, ao alcance de todas as plataformas e marketplaces, e todos os seus clientes: isso é invisible banking!

invisible banking Set 10, 2021

Provavelmente você deve conhecer (e ter assistido) a série Cobra Kai, da Netflix, que é a continuação da trilogia Karatê Kid, sucesso nos anos 1980. Correto? Se não assistiu, infelizmente teremos que dar um breve spoiler: na primeira temporada, o filho de Daniel LaRusso, Anthony, realiza compras através da Alexia (a assistente virtual da Amazon) por comando de voz, após receber uma chamada de atenção dos pais.

Na ocasião, ele tenta realizar a compra de um console de videogame novo em folha, mas é barrado por Daniel LaRusso.

Sabe como se chama isso? Não a peripécia de Anthony, mas a compra feita por comando de voz? Invisible banking, que é o tema que abordaremos hoje.

Em alta no mercado bancário, esta tecnologia movida a inteligência artificial consiste na entrega de produtos e serviços digitais inseridos naturalmente no dia a dia dos clientes bancários.

Em outras palavras, o conceito de invisible bank (banco invisível) torna possível a realização de um pagamento ou compra através do comando de voz, por intermédio de assistentes virtuais como Siri, Alexia ou Google Assistente.

Ou seja, o cliente pode utilizar soluções bancárias de maneira natural, sem atritos, dando o parecer de que não está lidando com o seu banco.

O fato é: desde a chegada da fintech brasileira Nubank, houve uma grande procura (um boom, na verdade) de bancos digitais no País. Inclusive, o reconhecimento de bancos mais antigos, tais como Inter e Digio, além do surgimento de instituições novas, como o C6 Bank, o primeiro que habilitou a tag de pedágio e estacionamento atrelada à conta bancária, sem anuidade, para concorrer com o Sem Parar.

Ou seja, o invisible banking é o próximo passo desta evolução tecnológica. Neste artigo, vamos explicar do que se trata e como este conceito pode ser aplicado nos marketplaces e plataformas de ecommerce.

Invisible banking: o conceito


Invisible Banking trata o conceito de tornar os processos bancários realizados pelos clientes em algo fluido, natural, amigável e sem ruídos, totalmente integrados à sua rotina. Ou seja, tudo acontece em ambiente digital, sem contato físico, nem agência bancária, de forma automatizada.

A Inteligência Artificial (IA) é a grande força motriz deste processo, além de outras soluções tecnológicas como base.

Com isso, é possível integrar dispositivos móveis aos bancos (e não nos referimos somente aos tablets e smartphones), tornando possível a efetivação de qualquer transação bancária de forma autônoma, rápida, precisa e segura.

Mas como funciona este banco invisível? Basicamente, a solução atua em três frentes, que abordaremos a seguir.

A estrutura do Invisible Banking


De maneira simples e resumida, o Invisible Banking funciona através de uma plataforma, produto e processo. Veja a seguir.

Plataforma


A plataforma é o meio utilizado pelo cliente para se comunicar com a instituição financeira. Isso vai além do Internet Banking e de apps bancários, uma vez que estamos nos referindo a soluções que tenham como base a Inteligência Artificial.

Citamos anteriormente a Siri, da Apple, Alexia, da Amazon e Google Assistente.

Produto


Esta camada trata da oferta bancária que o cliente deseja utilizar. Numa linguagem mais simples, pode ser a efetuação de um PIX, uma TED, pagamento de boleto, etc.

No invisible banking, é possível personalizar ainda mais os processos, uma vez que a tecnologia atual permite a coleta e geração de diferentes dados, para otimizar a concessão de crédito, prevenção a fraudes e eficiência nas transações financeiras que o cliente realiza.

Processo


Por fim, o processo consiste na efetivação dessa relação plataforma–produto. Ou seja, é o método utilizado para viabilizar o serviço.

Com isso, a junção e harmonia destas camadas que formam o invisible banking resultam em soluções e serviços bancários a custos menores, com mais agilidade, otimização e livres de atritos ou ruídos.

Invisible banking nos Marketplaces


Os marketplaces são como os shopping centers virtuais, onde lojas menores e vendedores independentes podem usufruir da infraestrutura e conveniência de grandes players, tais como Mercado Livre, Magazine Luiza e Amazon, para ganhar visibilidade e vender seus produtos.

Responsável pelo faturamento de R$ 73,2 bilhões em 2020 no e-commerce, o marketplace é sem sombra de dúvidas o segmento mais promissor do mercado brasileiro atual.

Com 148,6 milhões de pedidos, seu crescimento foi de 38% com relação a 2019. O ticket médio dos marketplaces também se mantém alto, em R$ 493 (aumento de 10% em relação a 2019).

Para eles, o invisible banking é uma ferramenta que pode gerar ainda mais vendas e facilidades para os seus consumidores, uma vez que este processo deve ser natural e fluido.

Ou seja, será possível comprar aquele liquidificador ao melhor custo, por comando de voz, sem precisar sair de casa, além de compras na modalidade BNPL (do inglês “Buy Now, Pay Later”, traduzindo: Compre agora, Pague depois), entre muito mais, conforme explicitamos ao longo do artigo.

A Dinie, por ser uma fintech de embedded lending (integrada, ou seja com a disponibilização de crédito diretamente na plataforma parceira), está preparada para este futuro tecnológico, com soluções modernas e práticas para o seu negócio.

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